COLONIZAÇÃO DE STREPTOCOCCUS MUTANS EM UMA CERÂMICA SUBMETIDA A DIFERENTES MÉTODOS DE ACABAMENTO E POLIMENTO: UM ESTUDO IN VITRO

Autor(es): Wellington de Freitas Santos Júnior; Carine Schitini Monteiro

A rugosidade superficial provocada pelo ajuste da restauração deve ser minimizada para obtenção de ótima biocompatibilidade, pois superfícies rugosas podem causar abrasão de dentes adjacentes e antagonistas, bem como de outros materiais restauradores em oclusão, além de promover retenção de placa, irritação mecânica do tecido mole adjacente, o que é indesejável na reabilitação protética. Assim, o propósito desse trabalho é avaliar a rugosidade superficial e colonização de streptococcus mutans em uma cerâmica submetida a diferentes métodos de acabamento e polimento. Serão confeccionados 48 corpos de prova cerâmicos divididos em 4 grupos: grupo 1 (controle - glaze); grupo 2: polimento com borrachas abrasivas impregnadas com pasta diamantada (Komet); grupo 3: borrachas abrasivas (Sistema Shofu) e polimento com discos de feltro e pasta diamantada e o grupo 4: acabamento com discos de óxido de alumínio e polimento com discos de feltro e pasta diamantada. Os espécimes foram submetidos à avaliação da rugosidade superficial em rugosímetro e, em seguida, as amostras foram utilizadas para análise de aderência bacteriana. Para tanto, os corpos de prova foram incubados no caldo de streptococcus mutans durante 2 horas. A suspensão bacteriana foi submetida à diluição seriada até 10-4 e posteriormente plaqueadas pela técnica de espalhamento e incubadas a 37º C durante 48 horas para contagem das colônias. A pesquisa está sendo realizada nos laboratórios de Prótese e de Microbiologia da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP), que possuem os equipamentos necessários.

Palavras-chave: infecção. odontologia. cerâmica.

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Anais da MCC., Salvador, v.1, n.3, setembro. 2012, ISSN

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