ATUAÇÃO DE ENFERMAGEM FRENTE AO CLIENTE PORTADOR DE LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO: UM ESTUDO DE CASO

Autor(es): Juliana Figueiredo; Bárbara Matos; Polliana Oliveira

O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença inflamatória crônica autoimune, de origem desconhecida, que pode afetar qualquer sistema orgânico. Caracterizado por apresentar alterações no sistema imunológico, ocorre por uma produção exacerbada de autoanticorpos que atacam o próprio organismo, provocando inflamações que causam dano tecidual. Por vezes a família e os amigos podem não compreender a natureza da doença e as causas potenciais do cansaço e indisposição apresentadas pelo cliente, fazendo este isolarse do convívio social. O presente trabalho trata de um estudo de caso, cujo objetivo foi conhecer a atuação da enfermagem na assistência ao cliente portador de LES. Foi elaborado, durante atividades da graduação em enfermagem, através da implementação do processo de enfermagem (levantamento dos dados, diagnósticos, prescrições, justificativas e plano de alta) em um cliente internado em um hospital geral da cidade do Salvador- Ba. Conclui-se que o LES provoca alterações na autoimagem e, devido ao próprio desenvolver da doença gera uma baixa auto-estima, sentimentos de desesperança, que podem evoluir para depressão clínica. Cuidar de um cliente lúpico vai além do conhecimento técnico, não basta apenas tratar a doença, requer por parte do profissional, um olhar e o cuidado holístico, peculiares ao enfermeiro. Espera-se que o cliente portador de LES, apesar das restrições, curse com a sua vida de forma que possa dar continuidade às realizações das atividades diárias. A enfermeira deverá oferecer um apoio emocional, além dos cuidados específicos direcionados à prevenção de complicações decorrentes da doença, sempre em busca da promoção da saúde e qualidade de vida. Para que isso aconteça é preciso que se estabeleça um relacionamento de confiança e empatia entre paciente, família e enfermeiro.

Palavras-chave: O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença inflamatória crônica autoimune, de origem desconhecida, que pode afetar qualquer sistema orgânico. Caracterizado por apresentar alterações no sistema imunológico, ocorre por uma produção exacerbada de autoanticorpos que atacam o próprio organismo, provocando inflamações que causam dano tecidual. Por vezes a família e os amigos podem não compreender a natureza da doença e as causas potenciais do cansaço e indisposição apresentadas pelo cliente, fazendo este isolarse do convívio social. O presente trabalho trata de um estudo de caso, cujo objetivo foi conhecer a atuação da enfermagem na assistência ao cliente portador de LES. Foi elaborado, durante atividades da graduação em enfermagem, através da implementação do processo de enfermagem (levantamento dos dados, diagnósticos, prescrições, justificativas e plano de alta) em um cliente internado em um hospital geral da cidade do Salvador- Ba. Conclui-se que o LES provoca alterações na autoimagem e, devido ao próprio desenvolver da doença gera uma baixa auto-estima, sentimentos de desesperança, que podem evoluir para depressão clínica. Cuidar de um cliente lúpico vai além do conhecimento técnico, não basta apenas tratar a doença, requer por parte do profissional, um olhar e o cuidado holístico, peculiares ao enfermeiro. Espera-se que o cliente portador de LES, apesar das restrições, curse com a sua vida de forma que possa dar continuidade às realizações das atividades diárias. A enfermeira deverá oferecer um apoio emocional, além dos cuidados específicos direcionados à prevenção de complicações decorrentes da doença, sempre em busca da promoção da saúde e qualidade de vida. Para que isso aconteça é preciso que se estabeleça um relacionamento de confiança e empatia entre paciente, família e enfermeiro.

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Anais da MCC., Salvador, v.1, n.3, setembro. 2012, ISSN

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