RISCO DE QUEDA EM IDOSOS HÍGIDOS

Autor(es): Vanessa Schmidt Rocha; Juliana Oliveira Brito; Élen Beatriz Carneiro Pinto

Introdução: O envelhecimento populacional é um fenômeno mundial. O idoso passa por diversas alterações morfológicas e funcionais tornando-o mais vulnerável a condições patológicas e a frequentes acidentes por quedas, que podem promover incapacidade funcional. O objetivo do estudo foi identificar o risco de quedas e sua ocorrência em idosos hígidos em uma amostra da população de Salvador/Bahia. Métodos: Estudo observacional de corte transversal, cuja amostra foi formada por 2 grupos compostos por idosos hígidos da comunidade no município de Salvador/Bahia. Foi aplicado um questionário e o TUG. Utilizou-se x2 de Pearson para verificar diferenças entre grupos quanto aspectos demográficos, características sobre quedas e fatores associados. T-student para comparação das idades, Mann-Whitney para verificar se havia diferença entre faixas etárias e entre praticar ou não atividade física, quanto ao tempo do TUG (p0,05). Resultados: participaram 36 idosos, 18 por grupo. A maioria pertencia ao sexo feminino (61,1% e 88,9%) e a idade média foi 72,3. Apresentaram história de quedas 22,2%. Não foi encontrada evidência estatística entre o tempo do TUG com as faixas etárias e realizar ou não atividade física. Conclusão: Apesar da baixa ocorrência de quedas, foi observada uma maior porcentagem nos idosos com o perfil predominantemente de baixa renda.

Palavras-chave: risco de queda. idosos. comunidade.

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Anais da MCC., Salvador, v.1, n.3, setembro. 2012, ISSN

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