COMPRIMENTO DO PARAFUSO VERSUS ESTABILIDADE BIOMECÂNICA EM FRATURA MANDIBULAR NA REGIÃO DO FORAME MENTUAL FIXADA COM MINIPLACAS 2.0 DO SISTEMA "LOCKING"

Autor(es): Caio França Dourado Antunes; Atson Carlos de Souza Fernandes

Introdução: o protocolo para tratamento de fraturas mandibulares na região do forame mentual preconiza o uso de duas miniplacas de 04 furos fixadas com parafusos monocorticais acima e abaixo do forame no sentido de neutralizar forças de tensão e torção. Entretanto, parafusos inseridos nessas áreas incorrem em certo risco de lesão apical assim como em injúrias do nervo alveolar inferior. Estudos têm demonstrado que a espessura da cortical óssea vestibular nas áreas de inserção de parafusos monocorticais chegam a, no máximo, 3mm. Objetivo: a proposta deste estudo é verificar se parafusos com 4mm de comprimento podem ser utilizados para fixação das miniplacas no tratamento de fratura mandibular na região do forame mentual com os mesmos resultados obtidos quando do uso de parafusos com 5 a 7mm de comprimento como é atualmente preconizado. Material e método: serão utilizadas 60 hemi-mandíbulas cadavéricas humanas normais e dentadas, com idade variando entre 35 a 75 anos. Em cada peça, será simulada uma fratura mandibular através de um corte vertical feito com disco diamantado passando através do forame mentual. Cada grupo de 20 hemi-mandíbulas será reconstruído segundo a técnica de Champy utilizando duas miniplacas de 04 furos do Sistema 2.0 “locking” fixadas, acima e abaixo do forame mentual, com parafusos de 4 mm, 5 mm e 7 mm de comprimento. Cada grupo será dividido em dois subgrupos: em um será avaliado a capacidade de resistência a forças de tensão e, no outro, a capacidade de resistência a forças de torção.

Palavras-chave: odontologia. biomecânica. implantodontia.

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Anais da MCC., Salvador, v.1, n.3, setembro. 2012, ISSN

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