ACESSIBILIDADE DA ESCOLA BAHIANA DE MEDICINA E SAÚDE PÚBLICA - UNIDADE ACADÊMICA BROTAS

Autor(es): Giovana Souza Oliveira Bonfim; Laís Santana Soares; Michele Jesus de Sena; Luiza Silveira de Castro Silva; Vanessa Abreu Mitkzuc Fontanelli; Gabriella Gonçalves Souza Santos

A acessibilidade de pessoas com algum tipo de deficiência ou dificuldade de locomoção tem se tornado uma preocupação frequente tanto por parte dos governantes quanto da sociedade civil. Proporcionar acessibilidade significa possibilitar o acesso a qualquer indivíduo, independente de suas limitações, garantindo o seu direito de ir e vir com segurança. A lei nº 10.098/2000 estabelece normas e critérios para promover a acessibilidade àqueles com deficiência ou mobilidade reduzida. Entende-se por pessoa com mobilidade reduzida aquela, inclusive sem deficiência, que tenha alguma limitação na sua mobilidade, como mulheres grávidas, idosos e pessoas com dificuldade de locomoção temporária. A avaliação de acessibilidade em ambientes é também atribuição do terapeuta ocupacional, cujo objetivo é proporcionar autonomia e independência para os sujeitos em todas as dimensões do cotidiano. O presente trabalho teve como objetivo avaliar as condições de acessibilidade da Unidade Acadêmica de Brotas, da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP), Salvador/Ba. Foi realizada revisão bibliográfica sobre inclusão social, acessibilidade e funcionalidade. Para a coleta dos dados foi utilizado roteiro de avaliação, elaborado pelas acadêmicas do 6º semestre, do Curso de Terapia Ocupacional, com base na NBR 9050/2004 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e nos princípios de Desenho Universal. Verificou-se que há ambientes cujas condições de acessibilidade foram projetadas e/ou adaptadas de acordo com as normas técnicas. Ainda observa-se necessidade de alterações, mesmo nos ambientes projetados para atender prioritariamente pessoas com deficiência, como a Clínica de Fisioterapia e o Serviço de Terapia Ocupacional. Ressalta-se a importância de ampliar o debate com a comunidade acadêmica (estudantes, professores e demais funcionários) sobre os processos de exclusão-inclusão social e estratégias de eliminação não só de barreiras físicas, mas também das barreiras atitudinais.

Palavras-chave: acessibilidade; terapia ocupacional; deficiência; inclusão

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Anais da MCC., Salvador, v.1, n.3, setembro. 2012, ISSN

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