Análise da Função Endotelial com Estatina Alta Dosexbaixa Dose+ezetimiba-resultado Parcial

Autor(es): Patricia Fontes da Costa Silva, Carolina Garcez Varela, Maristela Magnavita Oliveira Garcia e Mario de Seixas Rocha

Introdução: A fundamentação em estudos que indicam associação entre redução do perfil lipídico e melhora do quadro inflamatório, com diminuição dos valores da PCR, corroboram a hipótese da regressão do processo de aterogênese, sendo plausível a melhora da função endotelial e diminuição do risco cardiovascular. As atuais evidências mostram resultados positivos em estudos com populações de risco como pacientes com doença arterial coronariana, angina pectoris ou com história de eventos isquêmicos prévios. Objetivo: objetivo primario: Avaliar a influencia da inflamação na função endotelial. objetivo secundário: Avaliar a correlação entre marcadores de risco cardiovascular clássicos com função endedotelial. Metodologia: Foram selecionadas 40 mulheres maiores de 18 anos, participantes do Ambulatório de Obesidade da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, com IMC=25 Kg/m², sendo excluídas aquelas com PCRas >10 mg/l, com possível infeccção subclínica, ou em uso de estatinas. A função endotelial foi mensurada através da medida da vasodilatação mediada por fluxo da artéria braquial (VMF), seguindo protocolo do International Brachial Arterial Reactivity Task Force e PCRas pelo método de nefelometria. Foram dosados colesterol total (CT), HDL, LDL, triglicérides (TRG) e glicemia (GLIC). Registraram-se: peso, altura, índice de massa corpórea (IMC), cintura abdominal (CA), pressão arterial sistólica (PAS), pressão arterial diastólica (PAD), frequência cardíaca (FC) e Escore de risco de Framinghan (ERF). Resultados/Resultados esperados: A população foi composta de 40 pacientes; com idade de 42 ± 10 anos. Foi observado ausência de correlação significativa entre PCR e VMF, através do teste de Spearman (r = 0,064; p = 0,70). Dentre os marcadores clássicos de risco apenas triglicérides apresentou correlação inversa significativa com a função endotelial (r = -0,338; p = 0,038), através do teste de Pearson. No modelo da análise multivariada, apenas TRG demonstrou ser preditora independente de VMF (coeficiente beta = -0,37; p 0,025).

Palavras-chave: função endotelial

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Anais da MCC., Salvador, v.1, n.3, setembro. 2012, ISSN

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