Impacto da Cirurgia Bariátrica na Função Sistólica e Diastólica do Ventrículo Esquerdo

Autor(es): Alice Oliveira Santos, Lorena Menezes Caldas, Matheus Souza de Oliveira, Luciola Maria Lopes Crissostomo e Joao Eduardo Marques Tavares de Menezes Ettinger

Introdução: Indivíduos obesos podem desenvolver alterações estruturais e hemodinâmicas com possibilidade de levar a disfunção ventricular esquerda (VE) independente de cardiopatia já instalada. Objetivo: Descrever função sistólica(FS) e diastólica(FD) do VE antes(p1) e após bariátrica(p2); avaliar relação da fração de ejeção(FE) e relação E\A com fatores de risco e comparar FS e FD do VE no p1 e p2. Metodologia: Estudo transversal, avaliou 15 pacientes submetidos à bariátrica, todos com 12 a 14 meses de evolução, acompanhados num hospital de referência em Salvador, BA. Utilizou-se estatística descritiva, testes t de Student, Wilcoxon e X2. Valores de p<0,05 foram considerados estatisticamente significantes. Resultados/Resultados esperados: Mulheres foram maioria (73,3%). O IMC p1=42.0±5,7kg/m2 e IMC p2=26,4±3,9kg/m2. A FE esteve normal, contudo, maior em p1, entre 63,0 e 81,0%, com média de 70,6±4,1%, e em p2 59,0 e 70,0%, com média de 64,1±3,6%(p=0,001). Em 6,7% dos pacientes E/A foi inferior a 1,0. Pacientes com idade<40 anos apresentaram E/A em p1 maior que os com =40 anos(1,6±0,2 vs 1,2±0,3,p=0,004). Hipertensos apresentaram E/A inferior(1,3±0,3 vs 1,6±0,2,p=0,028). Homens apresentaram E/A inferior(1,1±0,3 vs 1,5±0,2,p=0,034)

Palavras-chave: obesidade, função diastólica, função sistólica, cirurgia bariátrica.

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Anais da MCC., Salvador, v.1, n.3, setembro. 2012, ISSN

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