Condições da Saúde Bucal de Escolares de 12 Anos na Cidade de Ibicuí, Bahia, 2011.

Autor(es): Tatiana Frederico de Almeida, Juliana Souza Carvalho, Tatiana Frederico de Almeida

Introdução: Segundo a Organização Mundial da Saúde, as principais doenças bucais devem ser submetidas a levantamentos epidemiológicos periódicos entre cinco e dez anos. A própria legislação brasileira sobre saúde aponta nesse sentido. Basta registrar que a Lei 8080, de 1990, preconiza que o conhecimento da situação epidemiológica da população é essencial tanto para o planejamento de programas de atenção quanto para a execução de serviços de prevenção e tratamento. Objetivo: Analisar a prevalência de cárie dentária e necessidade de tratamento, fluorose, traumatismo e condições periodontais dos escolares de 12 anos das zonas rural e urbana da cidade de Ibicuí/Ba. Metodologia: Estudo típico de corte transversal, que verificou as condições bucais dos escolares de 12 anos autorizados por escrito pelo responsável e que voluntariamente aceitaram participar do exame bucal. Para estes exames foram obedecidas as normas de biossegurança e os índices utilizados para coleta dos dados, seguindo os critérios de diagnóstico recomendados pela Organização Mundial. Os questionários utilizados foram os utilizados no SB Brasil 2010 encontrados no site www.sbbrasil2010.com.br. As examinadoras foram devidamente calibradas pela orientadora. Os dados coletados foram registrados em fichas individuais, construindo um banco de dados e analisados no STATA10. Este projeto foi submetido ao CEP da EBMSP e todos os critérios éticos de pesquisas com seres humanos foram obedecidos. Resultados/Resultados esperados: Participou do estudo 247 escolares. O índice CPO-D apresentou resultado de 1,87. A necessidade de tratamento nesse grupo identificou que 50,20% dos escolares não necessitavam de nenhum tratamento em nenhuma unidade dentária. Vinte e nove vírgula vinte e cinco por cento dos indivíduos apresentou algum tipo de fluorose. A presença de traumatismo dentário foi de 8,93% das crianças. Já as alterações periodontais foram mais encontradas na zona rural, o percentual de sangramento foi 29,55%.

Palavras-chave: Epidemiologia. crianças. saúde bucal.

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Anais da MCC., Salvador, v.1, n.3, setembro. 2012, ISSN

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