Halitose X Doença Periodontal

Autor(es): Ana Paula Dias Fontoura, Anuska Aparecida Lima, Daniel Fonseca Prado, Maria Cecilia Fonseca Azoubel e Sandro Bittencourt Sousa

Introdução: Estima-se que 90% da população apresenta alguma forma de doença periodontal (Morris et al., 2001) e que a halitose ou mau hálito afeta mais de 50% da população, ao menos ocasionalmente, variando em grau de intensidade e etiologia (Bosy et al., 1994; Meskin, 1996). Apesar disso, não existe, até o presente momento, nenhum estudo publicado documentando a prevalência do mau odor oral em indivíduos portadores de doença periodontal. Objetivo: É esperado que a terapia periodontal e a higienização da língua, associados, proporcionem a redução do mau odor oral. Metodologia: Serão selecionados 20 pacientes com periodontite crônica incluídos com os seguintes parâmetros clínicos: - IP - SS - IG - RG - PS. Nível de Inserção Clínica - NIC=RG+PS. Todos os parâmetros clínicos serão obtidos utilizando uma sonda periodontal do tipo Carolina do Norte, na primeira consulta; 21 dias após terapia periodontal inicial; 30 e 90 dias após debridamento periodontal em única sessão. O IP e IG serão ainda avaliados 15 dias após exame periodontal inicial/orientação em higiene oral e motivação e aos 60 dias pós-debridamento subgengival. Parâmetros do hálito: A saburra pela ABHA (Associação Brasileira de Halitose). O teste do fluxo salivar (sialometria em repouso e siasialometria estimulada).Os níveis intra-orais de CSV serão medidos pelo Halímeter na segunda consulta. Resultados/Resultados esperados: A redução da colonização bacteriana nas bolsas periodontais e a remissão dos sinais inflamatórios associados à doença periodontal também são resultados esperados após a terapia proposta

Palavras-chave: Periodontite. Halitose. Saliva

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Anais da MCC., Salvador, v.1, n.3, setembro. 2012, ISSN

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