Mapeamento Parietal e Identificação de Áreas Potencialmente Doadoras de Osso para Enxertia

Autor(es): Raquel Strauch Costa, Raquel Strauch Costa, Atson Carlos Souza Fernandes

Introdução: Enxertos de osso autógeno obtidos a partir da calvária têm sido utilizados em diversos procedimentos cirúrgicos reconstrutivos da face. Neste estudo serão utilizados 300 ossos parietais de 150 crânios. Cada osso parietal será mapeado em 9 regiões (áreas) para aferição das espessuras, a partir de traçados interligando pontos craniométricos Objetivo: Realizar mapeamento morfométrico do osso parietal, identificando suas áreas de maior espessura. Metodologia: Neste estudo serão utilizados 150 crânios de cadaveres humanos,(84 masculino e 66 feminino),com idade variando de 18 até 60 anos,isentos de lesões macroscopicamente visíveis.Atraves da analise morfometrica serao obtidos 9 pontos de analise de expessura.Logo apos seram medidos os diametros do cranio, que serao aplicados na formula de identificação do Indice Crãnico Horizontal.Neste estudo serão utilizados os testes de Wilcoxon que irá comparar os lados direito e esquerdo de nas nove variáveis, em ambos os sexos e nos três ICH.O teste de Mann-Whitney, para comparar os sexos e O teste de Kruskal-Wallis para comparar os ICH (dolicocrânio x mesocrânio x braquicrânio). Resultados/Resultados esperados: Com este trabalho espera-se obter referenciais numéricos para realizar a obtenção cirúrgica de osso do parietal para enxertia, em áreas que ofereçam menor risco de invasão intracraniana. A partir dos dados obtidos será possível determinar áreas de maior espessura óssea do parietal para remoção da lâmina externa, determinadas em função do sexo e/ou do tipo craniométrico do paciente, servindo de guia cirúrgico para realização do procedimento.

Palavras-chave: parietal.enxertio.cirurgia

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Anais da MCC., Salvador, v.1, n.3, setembro. 2012, ISSN

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