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4ª Jornada de Enfermagem

Jornada propõe reflexão sobre o papel do enfermeiro na contemporaneidade.

26/09/2011


4ª Jornada de Enfermagem

Jornada propõe reflexão sobre o papel do enfermeiro na contemporaneidade.

Ser enfermeiro na contemporaneidade. Esse foi o tema da 4ª Jornada de Enfermagem da Bahiana que aconteceu nos dias 23 e 24 de setembro, na Unidade Acadêmica Cabula que teve o propósito de congregar estudantes de enfermagem das diversas faculdades e escolas baianas.

O tema principal foi abordado logo na primeira palestra apresentada pela representante da Associação Brasileira de Enfermagem (ABEN), Maria Luísa Cardoso. Em sua fala, a enfermeira apontou a importância de se resgatar os valores da humanização no cuidar. “A vida está sendo colocada no campo da mercantilização. Tudo que fazemos hoje na produção do trabalho e até no cuidar está voltado para o mercado. Vivemos dentro das organizações de saúde e das escolas, com relações que são construídas também se levando em consideração o mercado”, declarou Maria Luísa, justificando a importância da humanização, nessa área no mundo contemporâneo.

Trabalhar a imagem da humanização também é o papel da Liga Acadêmica de Humanização em Saúde (LABHS), composta de estudantes do curso de Enfermagem da Bahiana. “Nosso papel nesta Jornada é o de apresentar a humanização de forma a causar uma reflexão nos estudantes de graduação e profissionais, através de atividades que completem o conhecimento acadêmico, estimulando uma assistência mais humanizada”, explica a presidente da Liga e estudante do 7º semestre de Enfermagem, Amanda Ribeiro. “Estamos aqui para dizer como a humanização é importante. E a Jornada possibilita que estudantes de outras instituições possam ver esse trabalho que a Bahiana faz, de ver a enfermagem de uma forma diferenciada”, complementa a secretária geral da Liga, Tássia Teles, também aluna do 7º semestre.


Dinamismo
Além da programação que envolve palestras, mesas-redondas, qualificações e outras atividades acadêmicas, a Jornada conta com estandes nos quais os estudantes apresentam, na prática, um pouco do que vêm conhecendo e aprendendo em sala de aula. Assim, além da LABHS, também estão presentes a Liga Acadêmica de Primeiros Socorros, Liga Acadêmica de Cardiologia, além de um estande com o grupo de alunas que se destacaram com boas notas em avaliações da disciplina Bases II. Elas estão responsáveis pela apresentação dos temas: Sinais Vitais, Oxigenação, Administração de Medicamentos Parenterais e Punção.

“Acho que (participar da Jornada) é importante porque a gente aprende e também ajuda a interagir e passar a informação para o público”, confessa a estudante do 4º semestre, Rosemeire Menezes. A opinião é a mesma de sua colega Renata “isso vai me fazer criar confiança, pois vou trabalhar com o público, isto é, pessoas leigas e, então, já estou adquirindo essa experiência”.


Ex-alunos 
Pela primeira vez, a Jornada de Enfermagem pode contar com a participação de ex-alunos, graduados no último final de semana, quando apresentaram seus trabalhos de conclusão de curso. Entre eles, as enfermeiras Zaira Vigo e Catrine Sousa que apresentaram o estudo “Compreensão dos pais acerca da importância da vacinação infantil”. Sobre sua participação na Jornada, Zaira diz ser “muito importante você se inserir não somente na área prática, como também continuar com os trabalhos científicos. E também a gente voltar para apresentar o TCC é ver nosso esforço ser reconhecido”.

 


Catrine Sousa e Zaira Vigo
 

Outra dupla de ex-alunas que apresentou trabalho foi Ivanildes Rebouças e Luciene Souza, cujo tema foi “Acolhimento dentro da humanização”. “Escolhemos onde o enfermeiro realmente pode trabalhar com humanização. Assim, desenvolvemos alguns pontos a exemplo da escuta como forma de abordagem terapêutica”, explica Ivanildes.
 



Luciene Souza e Ivanildes Rebouças


“A humanização é uma tecnologia leve. Não precisamos de grandes instrumentos, grandes tecnologias. É a gente que faz. Dizemos que é o profissional retornando à sua origem, pois, por muito tempo, com a inserção de ferramentas e instrumentos tecnológicos, o profissional de saúde foi se afastando do paciente”, complementa Luciene. O trabalho da dupla já é sucesso, tanto que foram convidadas a integrar um grupo de pesquisa da Bahiana, que estuda a humanização na saúde, ligado ao Grupo de Pesquisa em Enfermagem (GEPEN). “Agora nós vamos quantificar esse acolhimento humanizado como nova forma de terapêutica”, idealiza Ivanildes.


É isso aí! Enfermagem da Bahiana mais uma vez de parabéns!

 

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