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VII Fórum de Pesquisadores
"A Internacionalização da Ciência no Brasil". Este foi o tema que norteou o VII Fórum de Pesquisadores da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, realizado na manhã de 5 de outubro, na Unidade Acadêmica Cabula, reunindo professores, coordenadores de cursos de graduação e pós-graduação e palestrantes convidados. Para congregar os participantes, foi realizado um café da manhã de boas-vindas. A programação teve início com uma fala do pró-reitor de Pesquisa e Inovação da Bahiana, Prof. Atson Fernandas, e uma mesa de abertura com a presença da reitora da Bahiana, Dra. Maria Luisa Carvalho Soliani, da pró-reitora de graduação e pós-graduação, Prof.ª Maria de Lourdes de Freitas Gomes, do coordenador do curso de pós-graduação em Tecnologias em Saúde, Prof. Marcus Almeida, representando os cursos stricto sensu, e o coordenador do curso de Educação Física, Clarcson Plácido, representando os cursos de graduação.

"A gente já tem um núcleo de internacionalização há mais de um ano, já dentro da perspectiva da internacionalização e agora vamos definir melhor as políticas de uma forma clara, criando um comitê para discutir essa questão e nos prepararmos para os novos editais que já serão voltados para as propostas das instituições", declarou a reitora Maria Luisa Carvalho Soliani, ressaltando que a Bahiana já vem dando passos decisivos para a sua internacionalização.

O pró-reitor de Pesquisa e Inovação e coordenador do fórum, Prof. Atson Fernandes, explicou sobre a escolha do tema: "Esse é o tema da atualidade para o desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da inovação que é a temática, hoje, da CAPS e que vai impactar na avaliação dos programas de pós-graduação daqui por diante. Precisamos qualificar mais nossas pesquisas, não somente em números, mas, principalmente, em citações e a gente sabe que o caminho para isso é a internacionalização".

A programação contou com uma palestra da diretora de Relações Internacionais da CAPS, Andréa Queiroz Maranhão, que, em sua fala, ressaltou a importância da produção científica estar mais focada na qualidade do que na quantidade de publicações. Ela apresentou dados sobre a colocação do Brasil no cenário mundial de pesquisa, demonstrando que nossos números são baixos quando o enfoque é a internacionalização. Cerca de 60% dos pesquisadores nunca deixaram o país para realizar pesquisa. Entre as iniciativas para a internacionalização, ela destacou que, além de enviar estudantes e pesquisadores para outros países, devemos receber estudantes e pesquisadores, porém apontou como uma das barreiras a baixa oferta de cursos em outros idiomas.  

A segunda fala foi do ex-professor da Bahiana e atual presidente do Instituto de Tecnologia e Pesquisa, Dr. Diego Menezes, que, na ocasião, apresentou a entidade que dirige e suas ações e programas, dando destaque às iniciativas voltadas para a internacionalização lá desenvolvidas.


Premiações

O Fórum de Pesquisadores da Bahiana é também o momento de a instituição reconhecer publicamente pesquisadores que vêm destacando-se no cenário da pesquisa. O prêmio de Pesquisador do Ano foi conferido à coordenadora do Núcleo de Comunicação Científica, Prof.ª Kátia Nunes Sá. O prêmio Grupo de Pesquisa do Ano foi para o Grupo de Doenças Cardiovasculares, representado pelos professores Ana Marice Ladeia e Armênio Costa Guimarães.

A novidade deste ano foi o prêmio Grupos de Informação e Consolidação, concedido ao professor Luis Cláudio Lemos Correia que, no dia 4 de outubro, tomou posse como membro da Academia de Ciências da Bahia.


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